![]() |
||||||||||
|
|
Recursos didáticos auxiliares (Casos para aulas) |
|||||||||
|
Adriano Leal Bruni
A análise gerencial dos gastos requer, muitas vezes, uma cuidadosa análise das relações de perdas compensatórias entre gastos fixos e variáveis. Altos volumes costumam justificar gastos fixos maiores acompanhados de gastos variáveis menores. Leia as informações apresentadas a seguir e responda às perguntas formuladas. Ipiranga investe em base logística no Paraná
Extraído originalmente da Revista Brasileira de Tecnologia e Negócios de Petróleo, Gás, Petroquímica, Química Fina e Indústria do Plástico, de 04 nov. 2004.
A
Companhia Brasileira de Petróleo Ipiranga (CBPI) está investindo R$ 12
milhões na construção de uma base logística na cidade de Cascavel (PR). O
terminal reduzirá em 40% os custos logísticos de distribuição de
combustíveis da empresa e será operado em parceria com a Ferropar e a ALL.
As obras da nova unidade serão concluídas no segundo semestre de 2005. "O abastecimento da unidade será feito por modal ferroviário. Assim, iremos contribuir para aumentar a segurança nas rodovias do trecho Araucária - Cascavel, uma vez que, cerca de 500 viagens por mês em caminhões tanques deixarão de ocorrer. Além disso, estaremos mais próximos ao cliente possibilitando maior rapidez e flexibilidade no atendimento", explica Antunes. Em nota a empresa informa que a CBPI movimenta 13 milhões de m³ de combustível por ano no Brasil, gasta cerca de R$ 250 milhões com logística e possui 400 funcionários distribuídos em suas 50 bases. Na região de Cascavel, são movimentados 180 mil m³ por ano. O modelo logístico da CBPI é integrado na administração de suprimentos e transportes, e na operação das bases, e terminais. A empresa utiliza os diversos tipos de modais: rodoviário, ferroviário, marítimo, fluvial e dutoviário. Antes do terminal logístico de Cascavel, a Ipiranga já havia construído, em parceria com a Ferronorte, o terminal do Alto Taquari (MT), uma área que era abastecida basicamente pelo modal rodoviário. O projeto, que está em funcionamento com absoluto sucesso há dois anos, reduziu os custos logísticos em cerca de 30%, além de aumentar a segurança e reduzir riscos ambientais, tirando mil viagens de caminhões tanques por mês das rodovias. Após o início de operação do terminal, o transporte Paulínia - Alto Taquari passou a ser realizado somente por ferrovia, que é o modal mais apropriado para longas distâncias por ser mais econômico e seguro.
|
||||||||||
|
|
||||||||||